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Alimentos adstringentes

Você já parou e observou que alguns alimentos grudam no seu dente? E que alguns te passam a sensação de que você nem comeu? Que seus dentes estão limpos? Pois é, esses alimentos existem e são chamados de adstringentes. Eles não apenas dão a sensação de limpeza, eles realmente limpam! E oferecem outros fatores a favor dos seus dentes. É importante ressaltar que eles não substituem a escovação. Eles apenas são alimentos sem potencial cariogênico.

Esses alimentos são fonte de cálcio e fósforo, eles ajudam a combater a ação das bactérias e fortalecem os dentes. Os produtos lácteos intensificam a remineralização dos dentes e contém cálcio, todos esses minerais são fundamentais contra a ação das bactérias causadoras da cárie.

Sabe quando você come algo e sente que a boca ficou mais contraída e você parou de salivar? É bem possível que você tenha consumido uma comida adstringente. Esses alimentos entram no grupo das bases, que são substâncias que sofrem uma reação quando entram em contato com a água. Boa parte de seus benefícios ocorre devido a essa forte característica.

Além de serem bons para os dentes, os alimentos adstringentes também são bons para limpar o organismo, agindo como um Detox. É comum o hábito de muitas pessoas confundirem o termo adstringente e relacioná-los há produtos de limpeza. Assim, fica até mais fácil saber que estes alimentos servem para limpar o organismo e os dentes.

Os alimentos adstringentes

Os alimentos que são considerados adstringentes, agem limpando o organismo, removendo as bactérias e também fazem para bem para a saúde bocal são: as maçãs, verduras, frutas, castanhas e o leite.

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Retração gengival

A retração gengival ou como é mais conhecida, gengiva retraída, acontece quando gengiva que cobre o dente diminui, deixando-a mais exposta e aparentemente mais longa. Pode acontecer apenas num dente ou em vários ao mesmo tempo.

Este problema surge lentamente, mas piora ao longo do tempo. Porém, ela pode ser tratada, os resultados são melhores se iniciado o tratamento assim que perceber que há redução da gengiva, ou em outros casos, se perceber que os dentes estão maiores que o comum.

A prevenção é sempre bem-vinda, aliada a uma boa escovação, utilizando escovas com cedas macias para não irritar as gengivas e visitas regularmente ao dentista, é uma ótima prevenção.

O que causa retração gengival

  • Usar força durante a escovação ou utilizar cedas duras podem irritar a gengiva, fazendo-a inchar e causando a retração gengival;
  • Dentes tortos;
  • Doenças periodontal;
  • Cáries não tratadas;
  • Trauma oclusão;
  • Abandonar o tratamento ortodôntico no meio do processo;
  • Usos de piercings também contribuem para a retração gengival

É importante ressaltar que logo no início, se perceber que a gengiva está mais visível, ou irritada e até mesmo inflamada é importante procurar um odontologista para iniciar os tratamentos e saber o que está causando o problema.

O cuidado não é apenas para evitar a retração, mas também para evitar problemas piores como a gengivite e a periodontia. O tratamento da retração gengival vai depender de acordo com o caso de cada paciente, além disso, a doença só pode ser identificada por um cirurgião-dentista. Em casos como a placa-bacteriana ou tártaro, a limpeza já pode auxiliar e diminuí-la. Mas, os casos mais profundos devem ser feito tratamentos específicos.

Caso note alguma alteração, procure um profissional, entre em contato conosco e agende a sua avaliação.

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Dor de cabeça pode ser causada por problemas bucais?

Muitas pessoas sofrem diariamente com dores de cabeça. Esta patologia pode surgir por vários fatores, como por exemplo, o estresse, cansaço e até mesmo a por causa de dores na região bucal.

Um dos principais motivos para as dores de cabeça causada pelos dentes é porque toda a estrutura muscular de nervos e articulações na face é a mesma, por isso, se alguém fizer algum esforço na região bucal, pode ocasionar em dores de cabeças.

As principais doenças bucais que podem ocasionar em dores de cabeça

Bruxismo

O bruxismo é o esforço feito pelo ranger dos dentes durante o período do sono e pode tencionar a musculatura da face, aumentando o desconforto e as dores no dia seguinte, contribuindo para desenvolver as dores de cabeça.

Imbricamento dentário

É o ato de apertar os dentes durante o sono, sem necessariamente range-los. Esta ação também pode desenvolver a dor de cabeça, já que a consequência na musculatura da face é a mesma.

Problemas na estrutura dentária

Dentes mal posicionados na arcada ou com algum problema de estrutura também podem ser responsáveis por sintomas de dores de cabeça. Isso acontece porque qualquer problema de posicionamento do dente reflete em dificuldades de mastigação e até de fala, aumentando o trabalho muscular e, consequentemente, podendo levar essas estruturas à fadiga.

Infecções dentárias

Cáries, periodontites, gengivites e quaisquer outros quadros clínicos odontológicos também podem ter como sintoma a dor de cabeça. Isto acontece porque esses processos inflamatórios, se não tratados corretamente, podem atingir o nervo trigêmeo, que fica localizado próximo à estrutura dentária.

Caso a dor de cabeça permaneça, procure um especialista.  Se notar que ela vem acompanhada com dores na mandíbula e na região bucal, vá direto há um odontologista.

Cada caso deve ser analisado por um especialista, isso ocorre porque existem inúmeros tipos de dores de cabeça, por exemplo, se esta patologia for causada por bruxismo ou imbricamento, o tratamento será encaminhado por um psicólogo, pois o problema está relacionado a fatores emocionais, cabendo ao odontologista somente preparar placas de proteção dentária para que as lesões nos dentes e na musculatura sejam reduzidas.

Já os problemas de estrutura dentária e infecção nos dentes devem ser tratados no consultório odontológico, pois assim que descobrir o problema e a causa da das dores de cabeça, imediatamente iniciará o tratamento.

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SISO – Deve ser extraído?

Também conhecido como dente do juízo – porque surgem em um momento em que passamos para a vida adulta, o siso provoca alguns questionamentos. O dente do siso é o terceiro molar a nascer, normalmente por volta dos 17 anos, mais ou menos. É comum muitas pessoas quererem retirá-los, isso ocorre porque normalmente ele cresce atrás dos dentes comuns, na região da mandíbula e pode causar dor e desalinhamento dental.

Os dentes do siso têm como função original manter a mastigação mais eficiente. Essa era a maneira do nosso corpo repor os dentes que eram perdidos por causa das cáries e problemas bucais, com o avanço na tecnologia e na odontologia, a perda dos dentes foram diminuindo e dessa maneira, os sisos perderam, suas funções originais.

Há muitas dúvidas sobre os dentes dos sisos e vamos responder algumas questões neste artigo, confira!

Os sisos devem ser extraídos?

A resposta é, varia de cada caso. Como cada pessoa possui uma boca e os dentes de um tamanho diferente, há uma variação. Por exemplo, existem pessoas que os dentes nascem e se adaptam ao tamanho da boca, mas também há outras que não. E, neste caso, os dentes ficam presos atrás da mandíbula, afetando a mastigação, desalinhando e causando dores.

É comum a indicação dos dentistas para removê-los, isso ocorre porque os dentes nascem no fundo da boca, dificultando higienização e dessa forma, podem reunir restos alimentares, causando as cáries e bactérias. Então, mesmo se os sisos nascerem nos devidos lugares pode ser que seu odontologista indique a remoção.

Quando deve haver a extração?

É comum o crescimento destes dentes a partir dos 17 anos. Dessa forma, a melhor idade para removê-los é depois que acabam de crescer, entre os 17 e 20 anos. Isso porque, nesta idade a raiz dos dentes ainda está jovem, ou seja, a cirurgia para a remoção é mais fácil, pois na fase adulta a raiz fica maior e mais rígida.

O indicado por profissionais removê-los todos juntos, para facilitar a recuperação.

Não precisa remover? Não remova-os!

Como foi citado acima, há pessoas que não precisam retirá-los, pois eles se adaptam à boca, mas, como os sisos ficam localizados no fundo da boca, em um lugar de difícil acesso é extremamente importante ter os cuidados ideais com a higienização. Sempre escovar os dentes após as refeições e tentar passar o fio dental em toda parte necessária.

É importante ressaltar que não é comum sentir dor, a menos quando ele está nascendo, pois há um incômodo. Se, após o crescimento você sentir dor, deve procurar um especialista e analisar as causas e, se indicado, fazer a remoção.

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Alimentos para evitar durante o clareamento dental

É comum a busca pelo sorriso perfeito, seja manter os dentes alinhados corretamente ou deixá-los perfeitamente brancos. Por isso, muitas pessoas buscam por tratamentos, incluindo o clareamento dental. Mas, muitos não sabem que devem ter certos cuidados e evitar alguns alimentos após e durante o processo de clareamento dental.

Antes de iniciar o tratamento para clarear é preciso saber o que motivou o escurecimento dos dentes. Além da preocupação com a aparência, o escurecimento repentino pode apresentar doenças bucais.

O motivo para evitar alguns alimentos é por causa dos pigmentos ácidos, naturais ou não, que muitos contém, principalmente as frutas cítricas e refrigerantes. Para ter um bom resultado final, é necessário colaborar com o processo de clareamento e evitar certos alimentos.

Veja abaixo a lista de alimentos que devem ser evitados durante e após o clareamento dental:

Café

O suposto culpado pelo escurecimento dos dentes o líquido marrom utilizado para dar cor ao café. Estudos recentes apontam que o café não atrapalha o processo de clareamento, mas é um dos contribuintes para o escurecimento dental comum.

Vinho ou suco de uva

As duas bebidas possuem um alto poder de manchamento devido a cor roxa, eles devem ser evitados durante o clareamento dos dentes.  Caso você utiliza creme dental com pigmentos para auxiliar o clareamento dos dentes, deve evitar o consumo destas bebidas por um período.

Chocolate

O cacau, principal ingrediente presente no chocolate, tem uma cor marrom intensa. Ao morder os bombons e barras de chocolate o pigmento escuro pode passar para os dentes, prejudicando assim o tratamento.

Refrigerantes escuros

Os refrigerantes escuros, como os de cola principalmente, possuem corantes em sua composição e podem manchar os dentes. Além disso, tanto os refrigerantes escuros quanto os claros têm acidez elevada — o que também pode provocar manchas e sensibilidade.

Doces

Balas e doces muito doces também estão na lista para serem evitados durante o processo de clareamento. Mas isso não se deve à alta quantidade de açúcar e sim ao tempo em que eles permanecem em sua boca enquanto os mastiga, pois eles podem deixar seus pigmentos na superfície dentária.

Alimentos muito ácidos

Como foram citados acima, os alimentos ácidos deixam os dentes mais sensíveis aos pigmentos contidos nos alimentos. Portanto, durante o tratamento ou no dia que foi realizado o clareamento, eles devem ser evitados.

Esses alimentos são: as frutas cítricas, como laranja, limão, maracujá, abacaxi, mexerica, ameixa e kiwi; alguns temperos extremamente ácidos, como o vinagre; além de bebidas alcoólicas e refrigerantes. O mesmo vale para a vitamina C efervescente, que também é bastante ácida.

 

 

 

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Cárie crônica – Saiba o que é

A cárie é uma doença dental causada muitas vezes, por restos alimentícios.  Ninguém está livre das cáries, todos aqueles que se alimentam e não faz uma boa higienização bucal podem estar sujeitos a tê-la. O que muitas pessoas não sabem é que existem diferenças entre os dois tipos, a cárie crônica e a aguda.

Apesar de serem tipos diferentes, com características próprias, as causas da cárie crônica não se diferenciam  da cárie aguda, e podem ser variadas. A etiologia é multifatorial: o fator genético, dieta rica em açúcar e carboidrato e ausência ou higiene bucal precária são as causas de ambas as doenças.

A cárie aguda varia nas cores amarelas e castanhas, possui consistência macia, friável e como uma massa de aparência necrótica. Normalmente, mostra-se sensível aos doces, ao frio e aos ácidos, o tratamento é rápido. Diferente da cárie crônica.

Esta, por sua vez, tem seu tratamento mais longo, os dentes ficam totalmente escurecidos (apenas os que possuem a cárie). A cárie crônica é a desmineralização do esmalte dentário, porém o processo é mais lento e geralmente ocorre em adultos.

Os pacientes que possuem esta doença dental, dificilmente descobrem que possui sem se consultar com um odontologista, a menos que a pessoa perceba a aparência dos seus dentes e trate-o rapidamente. Mas, em todo caso, é necessária uma avaliação médica para indicar qual é o tipo de cárie e como será o tratamento.

O tratamento mais comum para tratar a cárie crônica é a restauração, este é indicado principalmente para aqueles que a cárie já tomou conta de todo o dente, afetando e destruindo principalmente a coroa dental. Cada paciente necessita de um tipo de tratamento e tem seu quadro de melhora de uma maneira, por isso, procure um especialista e saiba qual é o melhor tratamento para você.

Para evitar qualquer tipo de cárie, faça sempre uma boa higienização dental após as refeições.

Para saber, entre em contato conosco e agende sua avaliação.

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Conheça os aparelhos ortodônticos

Hoje em dia é muito comum o uso de aparelho ortodôntico para corrigir os dentes e, na hora da escolha, muitos veem como acessório, por isso, fazem questão de escolher os que têm as cores mais bonitas. Mas, também há quem prefira os aparelhos invisíveis e que sejam mais discretos possíveis, por isso, na hora da escolha é importante conhecer quais são os aparelhos indicados para você e que estejam disponíveis no mercado.

Antes de falar sobre a diferença de cada aparelho é importante explicar para que eles servem. Os aparelhos ortodônticos têm como finalidade corrigir e alinhar os dentes tortos ou os que estão fora do lugar. Alguns dentes já nascem da maneira errada, outros vão se desalinhando ao logo da vida, afetando a fala, a alimentação e até mesmo a autoestima. Por isso, se você está em busca de conhecimentos sobre os aparelhos para saber qual a diferença e qual é o melhor para você, continue lendo este artigo.

Conheça os tipos de aparelhos ortodônticos

Fixo – O aparelho fixo é o mais comum, é aquele mais conhecido como o “aparelho tradicional”. Este é recomendado em casos que precisam passar por um tratamento em longo prazo. A sua vantagem é não depender exclusivamente do paciente, como é o caso dos aparelhos removíveis, este depende apenas do próprio tratamento e da paciência em utilizá-lo por um longo período.

Este aparelho é utilizado na parte frontal dos dentes, é inserido as peças chamadas de bráquetes (o metal colado nos dentes e podem ser coloridos) e as bandas (o metal que faz o ligamento entre todo o aparelho). Ele puxa os dentes para a posição correta.

Aparelho lingual – Outro tipo de aparelho fixo são aqueles utilizados na parte de trás dos dentes, ou seja, ele não é totalmente visível como os frontais e funciona da mesma maneira que o aparelho tradicional. Sua desvantagem é que há um pouco mais de incomodo na língua e possui mais dificuldade na sua limpeza.

Aparelho fixo estético – Este é parecido com o modelo tradicional, porém é mais discreto, se “camuflando” em seus dentes. São utilizados por aqueles que precisam realizar os tratamentos, mas não querem utilizar o aparelho de metal.

Os bráquetes para estes aparelhos são feitos de policarbonato, safira ou porcelana. A forma mais discreta é o que faz crescer cada dia mais a procura deste aparelho estético.

Autoligados – O aparelho ortodôntico autoligado é utilizado para a correção e alinhamento dos dentes, com a vantagem de não precisar das famosas borrachinhas, diferente do aparelho fixo convencional.

Aparelho móvel ou removível – Este aparelho é mais indicado para crianças entre 6 e 12 anos, o seu uso é para corrigir e para não permitir o desalinhamento dental. Por isso, ele também é indicado para pessoas que acabaram de fazer o tratamento ortodôntico, para que não haja o desalinhamento após a retirada do aparelho convencional.

Alinhadores invisíveis – Ou aparelhos invisíveis, eles são indicados para os alinhamentos dentais. Estes aparelhos são feitos sob medidas, de acordo com a arcada dental de cada paciente. Eles são quase imperceptíveis, por isso, é utilizado por quem não gosta do aparelho tradicional.

O diferencial deste aparelho é que além de estético, ele pode ser retirado para fazer as refeições e higienizações.

Expansor Palatino – Muitas pessoas ainda não conhecem este aparelho, ele é indicado para aumentar a largura do palato (céu da boca). É indicado principalmente para os jovens corrigir as mordidas cruzadas e a melhorar a fala. A indicação de para os jovens é porque na fase adulta o tratamento se torna mais difícil, precisando ser feitos procedimentos cirúrgicos, por isso, é importante realizar o tratamento o mais rápido possível.

Estes aparelhos podem ser móveis ou fixos, com ou sem acrílico, mas todos possuem um parafuso e ele é o responsável pela abertura do local desejado.

Esses são os aparelhos ortodônticos, caso precise realizar algum tratamento, entre em contato conosco e agende a sua avaliação.

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Saúde bucal dos idosos

Cuidar da saúde dental é um hábito que deve ser realizado desde o início da vida até o término dela. Se cuidar bem dos seus dentes e fizer consultas periódicas ao seu dentista, os seus dentes poderão durar a vida inteira.

Muito se fala sobre a importância de cuidar da saúde do idoso e isso inclui cuidar também da saúde bucal. Uma boca saudável geralmente reflete um corpo saudável. Uma boca mal cuidada também pode acarretar em inúmeras consequências para a saúde. A higiene bucal consiste em cuidar de toda a região da boca desde sempre, se não tiver o cuidado correto na juventude, pode acarretar em perdas dos dentes na terceira idade.

A ausência dos dentes, por exemplo, pode levar a insuficiência mastigatória, disfagia moderada, desordens de articulação e fala, entre outros. Já a gengivite pode evoluir para uma periodontite, que em casos graves pode aumentar as chances de infarto, AVC e doenças pulmonares.

É comum as pessoas pensarem que ao envelhecer perderá os dentes, porém, isso só ocorre se não houver o cuidado ideal.

Veja as principais doenças bucais causadas na velhice:

Cárie de raiz – Atinge principalmente pessoas com mais de 50 anos.

Gengivite – Pode ocasionar em Periodontite.

Xerostomia – Mais conhecida como “boca seca”, essa doença consiste na redução da saliva, é comum em quem faz uso de diversos medicamentos.

Câncer de boca – É uma doença que atinge principalmente os idosos, normalmente causados por alto uso de cigarros e bebidas alcoólicas.

LESÕES DA MUCOSA BUCAL – As lesões das mucosas podem ser causadas por próteses mal adaptadas e também pelo alto consumo de bebidas e tabacos.

Veja como prevenir essas doenças na velhice:

A prevenção destas doenças consiste em uma excelente higienização bucal desde o surgimento dos primeiros dentes. Ter cuidado também com a alimentação e, se possível, não fazer o consumo de bebidas alcoólicas e tabacos, pois estes contribuem para o surgimento do câncer bucal.

Fazer no mínimo três escovações por dia ou escová-los após as refeições. É importante o uso de cremes dentais com flúor e utilizar escovas dentais com as cerdas macias. Outro hábito importantíssimo é consultar um dentista a cada três meses.

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Placa bacteriana

A placa bacteriana é uma pasta incolor e pegajosa nos dentes, causadas pelas bactérias e falta de higienização dental. Ela é composta por células em descamação, células de defesa e restos de alimentos. Podendo causar cáries, periodontite e gengivite.

A placa bacteriana é uma das principais desenvolvedoras de cáries, isso ocorre porque ela produz ácidos que grudam nos dentes, normalmente após as refeições. Como todas as pessoas produzem esses ácidos nos dentes e fazem alimentação, todos nós possuímos as placas bacterianas. Por isso, devemos ter uma ótima higienização bucal para não desenvolver nenhuma doença dental.

Outra doença que pode ser desenvolvida por causa da placa bacteriana é a periodontal. Inicialmente desenvolvendo irritação ou inflamação na gengiva, neste estágio a placa pode ser removida facilmente. Portanto, o não cuidado pode-se agravar e a placa bacteriana sofre a ação dos íons de cálcio e se calcifica, tornando-se dura. É aí que surge o tártaro (ou cálculo dental). Não cuidar destas doenças pode acarretar na perda dos dentes.

A placa bacteriana se desenvolve diferentemente nos jovens e nos adultos. Nos mais novos, ela tende a virar cáries, sendo removida facilmente ao realizar o tratamento. Já nas pessoas adultas a doença fica frequente e devem ser tratadas logo para não haver o agravamento.

Prevenir para não remediar

A prevenção das cáries e doenças periodontal pode ser feita removendo as placas bacterianas ou não permitir que elas se agravem e fiquem grossas, permitindo o surgimento de doenças. O cuidado requer uma ótima higienização, escovas com cerdas, fio dental e pasta de dente com flúor.

Se a placa já estiver grossa e for difícil remover com a escovação, o indicado é procurar um dentista e removê-la, antes que possa desenvolver alguma outra doença.