Fonoaudiologia

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O que fazer após a extração dental?

Há certas situações em que a única alternativa é extrair um dente danificado. São muitos motivos que podem causar o diagnóstico da extração dental – o que só pode ser feito por um cirurgião-dentista.

Se chegar a etapa de ter que remover um ou mais dentes, o melhor a fazer é se preparar para o momento cirúrgico e depois ver com o profissional uma alternativa, como o uso de prótese ou implantes, por exemplo.

Confira agora 10 dicas do que fazer após extrair um dente!

1 – Repouso

O recomendável é fazer repouso nos três primeiros dias após a cirurgia, lembre-se de manter a cabeça reclinada.

2 –  Evite falar

Quanto mais o paciente puder permanecer calado é melhor, isso porque o movimento do abrir e fechar a boca pode atrapalhar a cicatrização e causar dores.

3 – Nada de sol

Não fique exposto ao sol.

4 – Não consuma alimentos quentes

Assim como o sol, evite alimentos e banhos quentes, eles podem causar sangramentos.

5 – Opte por alimentos pastosos e gelados

Uma boa opção no pós-operatório são os alimentos gelados, isso porque eles não causam sangramento e contribuem para a cicatrização. Já os alimentos pastosos são melhores porque não precisará fazer esforço para consumi-lo.

6 – Não esqueça a higienização

Faça a higienização na área operada em frente ao espelho e com cautela, utilize escovas com cerdas macias. Não faça movimentos bruscos e nem utilize força.

7 – Cuidado com o local da cirurgia

Mesmo após a cirurgia e com os pontos deve-se fazer a limpeza nesta área. Utilize um cotonete embebido de água filtrada ou enxaguante bucal sem álcool e passe levemente no local operado para remover os restos de alimentos.

8 – Cuidado com o bochecho

Faça o bochecho levemente com água e pasta, evite movimentos rigorosos e enxaguante bucal com álcool.

9 – Evite o uso de tabaco

Evite o uso de cigarros e outros entorpecentes antes e depois da cirurgia, pode entrar em contato com a anestesia e fazer mal para o paciente.

10 – Não cutuque o local operado

Não fique passando a língua ou os dedos no local operado, pode causar inflamação.

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Disfonia – Saiba o que é e como tratar

Disfonia é um distúrbio de comunicação, caracterizado pela dificuldade na emissão vocal, apresentando um impedimento na produção natural da voz. Não é considerada uma doença, mas sim, um sintoma presente em diversas condições.

Antes de mostrar os sintomas da disfonia e as causas, entenda como funciona a emissão vocal.

A voz emitida durante a fala se origina da vibração das pregas vocais (cordas vocais), que ficam localizadas na laringe. Quando falamos, as pregas vocais se aproximam e o ar sai dos pulmões, passando pela laringe e causando uma vibração.

As cavidades da cabeça (faringe, boca, nariz) funcionam como um alto-falante natural para a emissão de sons. Por fim, os sons falados são articulados na boca, por meio dos movimentos da língua, lábios, mandíbula, dentes e palato.

A disfonia é conhecida popularmente pela rouquidão, ela representa todas as dificuldades ou alterações na emissão natural dela.

Confira os sintomas da disfonia:

  • Esforço ao emitir a voz;
  • Dificuldade em manter a voz;
  • Rouquidão;
  • Variações na frequência habitual da voz;
  • Falta de volume ou projeção da voz;
  • Perda da eficiência vocal;
  • Afonia (perda da voz).
  • Dor ao emitir sons;
  • Falta de ar ao falar;
  • Engasgos até com saliva

A alteração pode ser classificada em quatro níveis de intensidade:

  1. Leve: disfonia eventual e quase imperceptível;
  2. Moderado: disfonia acontece regularmente, é percebido pela própria pessoa e pelos outros, a voz apresenta oscilações e esforço;
  3. Intenso: disfonia acontece constantemente, a voz é pouco audível, apresenta grande esforço e intensa fadiga;
  4. Extremo (afonia): ausência parcial ou total da voz.

A disfonia é caracterizada por três aspectos:

Disfonia funcional:

São aquelas que não apresentam nenhuma alteração visível nas pregas vocais, elas são decorrentes do mau uso ou do abuso da voz. Geralmente ocorrem em profissionais da voz que não tem nenhum tipo de orientação.

Disfonias orgânico

São, em geral, iniciadas com uma disfonia funcional que tem seu diagnóstico tardio, como a disfonia funcional não foi tratada, ela evolui para uma lesão secundária nas pregas vocais.

Disfonia orgânico-funcional

Este é caso avançado de disfonia funcional e assim como caso acima, não foi tratado e causam mais danos as cordas vocais. Costumam surgir nódulos ou pólipos na região, chamados de “calos” vocais, o diagnóstico deve ser feito por um especialista.

Os principais cuidados com a voz são:

  • Beber pelo menos 2 litros de água por dia, em temperatura ambiente;
  • Fazer intervalos para beber água quando falar muito;
  • Levar uma garrafa de água consigo para garantir a hidratação frequente da garganta;
  • Evitar fumar e ingerir bebidas alcoólicas;
  • Evitar gritar ou falar muito alto;
  • Tratar adequadamente alergias e doenças respiratórias, com auxílio médico;
  • Manter a cabeça ereta enquanto fala, para facilitar a fonação;
  • Buscar uma vida com menos estresse, que traz diversas alterações de fala;
  • Manter uma alimentação balanceada, pois problemas gástricos também afetam a voz;
  • Realizar exercícios vocais orientados por fonoaudiólogos.

Tratamentos:

O cuidado com a voz é ideal para evitar distúrbios nas cordas vocais e causar problemas mais sérios, por isso, é extremamente importante para os profissionais que utilizam muito a voz ter os cuidados necessários, e as pessoas que não utilizam muito também, pois muitas vezes há um esforço desnecessário.

O tratamento de primeira escolha consiste na redução dos fatores causais (uso inadequado da voz, tabagismo), repouso vocal e tratamento fonoaudiólogo.

O ideal é você procurar um especialista para fazer o diagnóstico correto e passar o tratamento ideal. A Orthofono é uma clínica odontológica e fonoaudióloga, com profissionais completamente aptos para realizar todos os procedimentos necessários.

Entre em contato conosco e agende a sua avaliação gratuita neste link.

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Seu filho possui dificuldades para falar?

É comum muitas crianças terem dificuldades na comunicação e até mesmo atrasar o seu desenvolvimento na fala. Mas, as dificuldades dos pequenos devem ser investigadas por especialistas para saber se é algo corriqueiro e comum ou algo mais sério e que deve ser tratado.

As preocupações devem-se iniciar desde cedo, aos dois anos é o momento em que as crianças articulam pouco ou quase nada, nesse período elas deveriam conseguir se comunicar com frases simples, como por exemplo, “me dá”. Se isso não acontecer, é preciso marcar uma consulta com o fonoaudiólogo.

Dos 2 a 4 anos, seu filho pode começar a repetir as palavras ou as sílabas, caso conhecido, na linguagem médica como defluências fisiológica – dura cerca de seis a dez semanas e acontece porque os pensamentos das crianças são mais rápidos do que a capacidade de falar, causando a repetição das palavras.

Uma das maneiras dos pais ajudar os filhos nesta idade é mantendo a paciência, pedindo para que eles tenham a calma enquanto falam e não chamar a atenção ou fazer com que eles acelerem mais ainda a sua fala. Se este hábito permanecer por muito tempo, é importante procurar um profissional em fonoaudiologia, ele poderá fazer os tratamentos corretos e os auxiliar da melhor maneira.

É importante saber que até os cinco anos as crianças já devem saber pronunciar corretamente, exceto crianças prematuras, estas podem levar mais tempo até conseguir pronunciar corretamente todas as palavras. Nesta idade é comum os pequenos desenvolverem a gagueira, e assim que os pais a notar devem procurar um especialista.

Outra anomalia da fala que ocorre na infância é o hábito de trocar algumas letras. Quando os filhos estão aprendendo a se comunicar e quando isso ocorre, a maioria dos pais acham “bonitinho”, porém, se o erro permanecer ou se a criança “desaprender” a pronúncia correta, também é importante procurar um especialista e iniciar  o tratamento fonoaudiólogo.

A Fonoaudiologia é uma ciência voltada para pesquisa, prevenção, avaliação e terapia, focada na área de comunicação oral e escrita, voz e audição têm como uma das principais finalidades auxiliar os indivíduos que apresentam alguma dificuldade em relação à leitura e escrita, aquisições fundamentais para o desenvolvimento da criança.

Portanto, mesmo se for adultos ou crianças e ter dificuldades na comunicação e interpretação, procure um especialista em fonoaudiologia para iniciar os devidos tratamentos.

Para saber mais, entre em contato conosco!

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O que é Fonoaudiologia?

A fonoaudiologia é conhecida como o segmento especializado em resolver os problemas de desordem falada, auditiva e escrita. Dentre suas competências, está à prevenção, intervenção e reabilitação de alterações de linguagem oral e escrita, audição, fluência, voz e motricidade orofacial.

Especialmente na infância, a consulta ao Fonoaudiólogo é de extrema importância para o pleno aprendizado cognitivo, linguístico e motor da criança. Isso porque a avaliação feita por este profissional consegue identificar a etapa do desenvolvimento em que a criança se encontra e, à partir dessa identificação, um tratamento efetivo na aquisição das funções ausentes pode ser iniciado.

O acompanhamento de um profissional de fonoaudiologia durante um tratamento ortodôntico é extremamente benéfico para o paciente, normalmente reduzindo o tempo de tratamento e melhorando os resultados obtidos.

Outro grande benefício da fonoaudiologia é a redução de marcas na face e linhas de expressão através do trabalho realizado na musculatura facial durante processos simples como: mastigação, fala e respiração.

Benefícios da Fonoaudiologia:

  • Desenvolvimento da fala.
  • Aumento da autoestima
  • Redução do tempo de tratamentos ortodônticos.
  • Desenvolvimento de linguagem.
  • Redução de linhas de expressão.
  • Melhoras na deglutição.
  • Melhora na dicção.

Estes são apenas alguns dos benefícios que um profissional de fonoaudiologia pode oferecer, agende uma consulta e conheça mais.